segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Eu fui abortada!



Relato do Jornal: Em defesa da Vida, da Paróquia São Sebastião de Betânia, Belo Horizonte-MG.

“Eu fui abortada” depoimento de uma sobrevivente do aborto.

“A minha mãe biológica há 28 anos estava convencida de que possuía o direito a uma escolha que só afetaria a ela. Porém a cada dia da minha vida eu carrego as conseqüências de sua escolha. A minha mãe biológica estava grávida de sete meses e meio quando decidiu abortar-me. Não sei porquê é que ela tomou essa decisão. Ela e meu pai biológico não estavam casados. Ela decidiu me abortar numa clínica e realizou um aborto salino. Uma solução com sal é injetada no ventre materno de modo que o bebê possa ingerir o líquido salino, queimando-o por dentro e por fora. Nesse tipo de aborto o bebê é expelido morto em 24horas, mas eu sobrevivi. A única pessoa preocupada comigo foi a enfermeira. Fui colocada numa incubadora. Não se esperava que eu sobrevivesse. Porém, sobrevivi. Devido a ausência de oxigênio por 18 horas e o fato de ter sido queimada viva no ventre da minha mãe, fiquei com sérios problemas. Não conseguia me mover e os médicos afirmavam que iria viver num estado vegetativo para o resto da vida.

A minha mãe adotiva decidiu que tentaria recuperar-me. Com três anos e meio comecei a conseguir andar. Hoje trabalho com música. Ainda manco e, por vezes Cáio, mas mesmo assim já participei de uma maratona e irei participar novamente em outra, para jovens deficientes.

Quando eu tinha 17 anos a minha mãe adotiva encontrou-se com minha mãe biológica e disse-lhe que eu a perdoava. Sou cristã. Acredito que a revolta pode consumir a nossa vida. Comecei a falar contra o aborto quando tinha 14 anos. Não creio que o assassinato seja um direito. Sou completamente contra o aborto, em qualquer circunstância, mesmo em casos de violação. Embora o estupro seja um crime horroroso não deve a criança a pagar por esse crime. De fato encontrei-se com pessoas produto de estupros e elas gratas por estarem vivas. SE O ABORTO É UM DIREITO DAS MULHERES, QUAIS SÃO OS MEU DIREITOS?

E continua o depoimento: “Não existiam protestos feministas contra o fato dos meus direitos serem violados no dia em que eu fui queimada viva. Todos os dias eu agradeço a Deus. Não me considero um monte de células em nenhum dos nomes que se costumam dar ao que a mulher carrega em seu ventre. Hoje um bebê é um bebê quando isso convém. Mas quando não covém, quando não chega no momento certo, é chamado de um monte de células. Um bebê é chamado de bebê quando um aborto não provocado ocorre aos dois, três ou quatro meses. Eu não vejo diferença entre os dois. Sou a prova viva de que o aborto é assassinato de um ser humano”.

Nota: Leitor amigo, quantos pontos para reflexão, quando os chamados Juízes querem decidir pela morte dos embriões. Juízes, que deveriam defender a VIDA, trabalham para levar a MORTE, o ASSASSINATO a vítimas indefesas. Onde está o Direito à Vida?

Extraído: Jornal O diário do Norte do Paraná- Artigo- Dom Jaime Luiz Coelho ( 1º Arcebispo de Maringá).

Data: 09/11/2008.



Um comentário:

Anônimo disse...

vi seu blog através da comu do casting crowns parabéns ele tem futuro Deus te abençoe!